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Entenda a Palavra de Deus

Entenda a Palavra de Deus

Mateus 3:8-12

Evangelho de S. Mateus cap. 3, versículos 8-12

Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento,

e não queirais dizer dentro de vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão.

E já está posto o machado á raiz das árvores; toda árvore, pois que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.

Eu, na verdade, vos batizo em água, na base do arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu, que nem sou digno de levar-lhe as alparcas; ele vos batizará no Espírito Santo, e em fogo.

A sua pá ele tem na mão, e limpará bem a sua eira; recolherá o seu trigo ao celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível.

 

3:8 Frutos dignos de arrependimento.

O arrependimento genuíno será acompanhado pelo fruto da justiça (Mt 23:23; Lc 3:10-14; At 26:20).

A verdadeira fé salvítica e a conversão devem evidenciar-se por meio das vidas que deixam o pecado e dão frutos agradáveis a Deus (ver Jo 15:16). Aqueles que dizem crêr em Cristo e ser filhos de Deus, mas cuja vida não produz bons frutos, serão como árvores que são cortadas e lançadas no fogo ( ver Mt 8:10-12).

 

3.11 Ele vos baptizará com o Espírito Santo.

João Baptista ensina que a obra do Messias vindouro inclui baptizar seus seguidores com o Espírito Santo e com fogo _ baptismo este que autorga grande poder para vivermos por Ele e testemunhar d'Ele.

 

 

Mateus 3:7

João Baptista prepara o caminho

 

Mateus cap. 3, vers.7 Mas, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus que vinham ao seu batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira vindoura?

 

3.7 Fariseus e Saduceus

Dois dos mais proeminentes grupos religiosos judaicos eram os fariseus e os saduceus.

Os fariseus eram um grupo religioso que procurava observar todo o AT, e ao mesmo tempo suas interpretações puramente humanas. Para eles, a salvação consistia na obediência à letra dessas leis e regras. A sua religião era exterior na sua forma e sem qualquer piedade interior, no coração (Mt 23:25).

Estavam em constante oposição a Jesus e à sua mensagem, o qual ensinava que a religião deve ter sua sede no coração e no espírito, indo além da obediência legalista do homem aos mandamentos das Escrituras (Mat 9:14; 23:2-4; Lc 18:9-14).

 

Os saduceus eram os liberais da época. Não criam no sobrenatural. Externamente demonstravam obediência à lei de Deus, mas na prática negavam seus ensinamentos. Rejeitavam as doutrinas da ressurreição, dos anjos, dos milagres, da imortalidade e do juízo vindouro. Tinham uma vida mundana e moralmente relaxada. Eles, também, perseguiam a Jesus Cristo (Mt 16:1-4).

 

Mateus 3:1-6

João Baptista prepara o caminho

Evangelho de S. Mateus: capítulo 3, versículos 1 a 6

1 Naqueles dias apareceu João, o Batista, pregando no deserto da Judéia,

2 dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.

3 Porque este é o anunciado pelo profeta Isaías, que diz: Voz do que clama no deserto; Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.

4 Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre.

5 Então iam ter com ele os de Jerusalém, de toda a Judéia, e de toda a circunvizinhança do Jordão,

6 e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.

 

 

3.2 Arrependei-vos.

O significado básico de arrependimento (Gr. metanoeo) é "voltar-se ao contrário"; dar uma volta completa. Trata-se de abandonar os maus caminhos e voltar-se para Cristo e, através d'Ele, para Deus (At 8:22; 26:18; 1 Pe 2:25; Jo 14:1-6).

A decisão de abandonar o pecado e querer a salvação em Cristo importa em aceitar a Cristo não somente como Salvador da penalidade do pecado, mas também como Senhor da nossa vida. Por conseguinte, o arrependimento envolve uma troca de senhores; do senhorio de Satanás (Ef 2:2) para o senhorio de Cristo e da Sua Palavra (At 26:18).

O arrependimento é uma decisão livre, da parte do pecador, possibilitada pela graça divina capacitadora que lhe é concedida quando ele ouve o evangelho e nele crê (At 11:21).

A definição da fé salvítica como mera "confiança" em Cristo como Salvador é totalmente inadequada, ante a exigência do tipo de arrependimento feita por Cristo. Definir a fé salvítica sem incluir um rompimento total com o pecado é distorcer fatalmente o conceito bíblico da redenção. A fé que inclui o arrependimento é uma condição imutável para a salvação. (Mc 1:15; Lc 13:3-5; At 2:38; 3:19; 11:21).

O arrependimento foi uma mensagem básica na pregação dos profetas do AT (Jr 18:8; Jl 2:12-13; Ml 3:7; Ez 18:21), de João Baptista (3:2, de Jesus Cristo (4:17; 18:3; Lc 5:32) e dos cristãos no NT (At 2:38; 8:22; 11:18; 2 Pe 3:9). A pregação do arrependimento sempre deve acompanhar a mensagem do evangelho (Lc 24:47).

 

Mateus 2:19-23

A volta do Egipto

19 Mas tendo morrido Herodes, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonho a José no Egito,

20 dizendo: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e vai para a terra de Israel; porque já morreram os que procuravam a morte do menino.

21 Então ele se levantou, tomou o menino e sua mãe e foi para a terra de Israel.

22 Ouvindo, porém, que Arquelau reinava na Judéia em lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá; mas avisado em sonho por divina revelação, retirou-se para as regiões da Galiléia,

23 e foi habitar numa cidade chamada Nazaré; para que se cumprisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado nazareno.

 

2.22 Avisado... por divina revelação.

Esses dois avisos da parte de Deus (ver vers. 12 e 22) nos ensinam que Deus vela por aqueles que Ele ama e Ele é quem melhor sabe frustrar os planos dos ímpios e livrar seus fiéis das mãos dos que lhe querem fazer mal.

 

 

Mateus 2:13-18

A fuga para o Egipto

13 E, havendo eles se retirado, eis que um anjo do Senhor apareceu a José em sonho, dizendo: Levanta-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito, e ali fica até que eu te fale; porque Herodes há de procurar o menino para o matar.

14 Levantou-se, pois, tomou de noite o menino e sua mãe, e partiu para o Egito.

15 e lá ficou até a morte de Herodes, para que se cumprisse o que fora dito da parte do Senhor pelo profeta: Do Egito chamei o meu Filho.

16 Então Herodes, vendo que fora iludido pelos magos, irou-se grandemente e mandou matar todos os meninos de dois anos para baixo que havia em Belém, e em todos os seus arredores, segundo o tempo que com precisão inquirira dos magos.

17 Cumpriu-se então o que fora dito pelo profeta Jeremias:

18 Em Ramá se ouviu uma voz, lamentação e grande pranto: Raquel chorando os seus filhos, e não querendo ser consolada, porque eles já não existem.

 

2.13 Foge para o Egipto.

A tentativa de Herodes de matar Jesus e o método adoptado por Deus de protecção ao Menino, revelam várias verdades a respeito de como Deus guia e protege o seu povo.

Deus não protegeu José, Maria e o Menino sem a cooperação deles (ver v. 13, 19,20, 22 de Mt).

A protecção dependia da obediência à orientação divina, que neste caso envolvia fugir do País (v. 14).

Deus pode permitir que certas coisas de difícil compreensão ocorram na nossa vida, para o cumprimento de propósitos seus. No sentido literal, Cristo começou a sua vida como refugiado e estrangeiro noutro País (ver v. 14,15). Para nossa compreensão limitada, pareceria mais fácil Deus afastar Herodes imediatamente, evitando assim a fuga para o Egipto com todas as provações envolvidas em tais circunstâncias.

Mesmo depois da solução de um problema difícil, haverá outros a serem enfrentados (ver v. 19-23 Mt). A protecção e os cuidados providenciais divinos sempre serão necessários, porque o inimigo de crente nunca cessa seus ataques contra os fiéis (Ef 6:10-18; 1 Pe 5:8).

 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal


Mateus 2:1-12

Os magos do Oriente

1 Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam:

2 Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo.

3 O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém;

4 e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo.

5 Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta:

6 E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel.

7 Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera;

8 e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore.

9 Tendo eles, pois, ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto quando no oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino.

10 Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria.

11 E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro incenso e mirra.

12 Ora, sendo por divina revelação avisados em sonhos para não voltarem a Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho.

 

Antes de iniciar a explicação contida na Bíblia de estudo Pentecostal sobre este assunto, desejo chamar a atenção para o facto de a Bíblia não mencionar QUANTOS reis magos visitaram Jesus! Daí que o ensino dos 3 reis magos carece de fundamento bíblico, bem como a presença deles na mangedoura onde o Messias nasceu!

2.1 Os magos do oriente.

Esses homens eram provavelmente membros de uma classe religiosa culta, da região hoje chamada Irão, então chamada Pérsia. Especializavam-se na astrologia, na medicina e nas ciências naturais. Naquela época a astrologia era uma ciência pura, que nada tinha a ver com a astrologia de hoje _ um ramo do espiritismo. A visita dos magos ocorreu quando Jesus tinha entre 40 dias a 2 anos de idade (ver Mt 2:16). A importância deste facto é que:

1) Jesus é digno de honrarias reais;

2) Os gentios, e não somente os judeus, estão incluídos no plano divino da redenção (ler Mt 8:11; 28:19; Rm 10:12).

2.4 Os príncipes dos sacerdotes e os escribas

Os príncipes (ou principais) dos sacerdotes eram os ministros do templo, encarregados do culto. Os escribas foram primeiramente copistas das Escrituras nos tempos do AT. Depois tornaram-se mestres da Lei e, daí, serem chamados doutores da lei (Mt 22:35). Os escribas juntamente com os príncipes dos sacerdotes integravam o sinédrio, que era o supremo tribunal dos judeus. O sinédrio era composto de aproximadamente setenta e um membros, encarregados dos negócios civis e religiosos dos judeus. Sob o governo romano, o sinédrio teve ampla liberdade de funcionamento.  

 

Fonte:

Bíblia de Estudo Pentecostal

 

Mateus 1:18-25

O nascimento de Jesus

18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, ela se achou ter concebido do Espírito Santo.

19 E como José, seu esposo, era justo, e não a queria infamar, intentou deixá-la secretamente.

20 E, projetando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Espírito Santo;

21 ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.

22 Ora, tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito da parte do Senhor pelo profeta:

23 Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco.

24 E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher;

25 e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de JESUS.

 

1.21 Jesus.

Jesus é a forma grega do hebraico Yeshua (Josué), que significa "O Senhor salva".

O termo define a futura missão do Filho de Maria, que é salvar o seu povo dos seus pecados (v. 21). O pecado é o maior inimigo da raça humana, arruinando a vida e a alma da pessoa. Através da morte expiatória de Jesus e do poder santificador do Espírito Santo, quem vem a Jesus é libertado da culpa e da escravidão do pecado (ver Jo 8:31-36; At 26:18; Rm 6; 8:1-16).

1.23 A Virgem dará à luz.

Tanto Mateus como Lucas concordam em declarar inequivocamente que Jesus nasceu de uma virgem, sem  intervenção de um pai humano, e que Ele foi concebido pelo Espírito Santo (v. 18; Lc 1:34-35). A doutrina do nascimento virginal de Jesus, da há muito tempo vem sendo atacada pelos teólogos liberais. É inegável, no entanto, que o profeta Isaías vaticinou a vinda de um menino, nascido de uma virgem que seria chamado "Emanuel", um termo hebraico que significa "Deus connosco", (Is 7:14). Essa predição foi feita 700 anos antes do nascimento de Cristo.

A palavra "virgem" é a tradução correcta da palavra grega parthenos, empregada na Setuaginta, em Is 7:14. A palavra hebraica significando "virgem" (almah), empregada por Isaías, designa uma virgem em idade de casamento, e nunca é usada no AT para qualquer outra condição de mulher, excepto a da virgindade (cf. Gn 24:43; Ct 1:3; 6:8; Is 7:14). Daí, Isaías, Mateus e Lucas afirmarem a virgindade da mãe de Jesus.

É de toda a importância o nascimento virginal de Jesus. Para que o Redentor pudesse expiar os nossos pecados e assim nos salvar, Ele teria que ser numa só pessoa, tanto Deus como homem impecável (Hb 7:25-26). O nascimento virginal de Jesus satisfaz essas duas exigências. A única maneira de Ele nascer como homem era nascer de uma mulher. A única maneira de Ele ser um homem impecável era ser concebido pelo Espírito Santo (v. 20; cf. Hb 4:15).

A única maneira de Ele ser deidade, era ter Deus como Pai. A concepção de Jesus, portanto, não foi por meios naturais, mas sobrenaturais, daí, "o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus" (Lc. 1:35). Por isso, Jesus Cristo nos é revelado como uma só Pessoa divina, com duas naturezas; divina e humana, mas impecável.

Por ter vivido como ser humano, Jesus compadece-se das fraquezas do ser humano (Hb 4:15-16). Como o divino Filho de Deus. Ele tem poder para libertar o ser humano da escravidão do pecado e do poder de Satanás (At26:18; Cl 2:15; Hb 2:14; 4:14-15; 7:25). Como ser divino e também homem impecável, Ele preenche os requisitos como sacrifício pelos pecados de cada um, e também como sumo sacerdote, para interceder por todos os que por Ele se aproximam de Deus (Hb 2:9-18; 5:1-9; 7:24-28; 10:4-12).

1.25 Não a conheceu.

A expressão "até que" chama a atenção para o facto de que, depois do nascimento de Jesus, José e Maria tiveram todo o relacionamento físico comum de um casal. Sabemos que Jesus teve irmãos e irmãs (Mt 12:46-47; 13:55-56; Mc 3:31-32; 6:3; Lc 8:18-20).

 

Fonte:

 

 

 

 

 

Mateus 1:1-17

A Genealogia de Jesus Cristo

1 Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

2 A Abraão nasceu Isaque; a Isaque nasceu Jacó; a Jacó nasceram Judá e seus irmãos;

3 a Judá nasceram, de Tamar, Farés e Zará; a Farés nasceu Esrom; a Esrom nasceu Arão;

4 a Arão nasceu Aminadabe; a Aminadabe nasceu Nasom; a Nasom nasceu Salmom;

5 a Salmom nasceu, de Raabe, Booz; a Booz nasceu, de Rute, Obede; a Obede nasceu Jessé;

6 e a Jessé nasceu o rei Davi. A Davi nasceu Salomão da que fora mulher de Urias;

7 a Salomão nasceu Roboão; a Roboão nasceu Abias; a Abias nasceu Asafe;

8 a Asafe nasceu Josafá; a Josafá nasceu Jorão; a Jorão nasceu Ozias;

9 a Ozias nasceu Joatão; a Joatão nasceu Acaz; a Acaz nasceu Ezequias;

10 a Ezequias nasceu Manassés; a Manassés nasceu Amom; a Amom nasceu Josias;

11 a Josias nasceram Jeconias e seus irmãos, no tempo da deportação para Babilônia.

12 Depois da deportação para Babilônia nasceu a Jeconias, Salatiel; a Salatiel nasceu Zorobabel;

13 a Zorobabel nasceu Abiúde; a Abiúde nasceu Eliaquim; a Eliaquim nasceu Azor;

14 a Azor nasceu Sadoque; a Sadoque nasceu Aquim; a Aquim nasceu Eliúde;

15 a Eliúde nasceu Eleazar; a Eleazar nasceu Matã; a Matã nasceu Jacó;

16 e a Jacó nasceu José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama Cristo.

17 De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para Babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para Babilônia até o Cristo, catorze gerações.

 

1.1 Geração de Jesus Cristo.

O Evangelho segundo Mateus começa com a genealogia de Jesus Cristo, a qual retrata a linhagem ancestral de Jesus pela linha paterna (a de José), segundo o costume judaico (v. 16). José não era o pai biológico de Jesus, contudo era o pai legal. Mateus fez assim a fim de comprovar aos judeus que Jesus era o Messias esperado, que governaria eternamente o povo de Deus (cf. Isaías 11:1-5), pois Deus prometera que o Messias seria um descendente da família de Davi (2 Sm 7:12-19; Jr 23:5), bem como da de Abraão (Gn 12:3; Gl 3:16).

1.1 Cristo.

O termo "Cristo" (gr. Christos) quer dizer "ungido". É a forma grega do hebraico "Messias" (Dn 9:25-26). Desde o início do seu Evangelho, Mateus afirma que Jesus é o Ungido de Deus, ungido com o Espírito Santo. (2) Foi ungido como Profeta, para trazer conhecimento e verdade (Dt 18:15); como Sacerdote, para oferecer o supremo sacrifício e expiar as nossas culpas (Sl 110:4; Hb 10:10-14); e como Rei para governar, guiar e estabelecer o reino da justiça (Zc 9:9).

1.1 O Filho de Davi.

Mateus comprova que Jesus foi um descendente legal de Davi, levantando a genealogia de José, o qual era da casa de Davi. Embora Jesus tenha sido concebido pelo Espírito Santo, contudo Ele foi formalmente registado como filho de José e, portanto, tornou-se legalmente um descendente de Davi.

(2) A genealogia por Lucas (ver Lc 3:23 nota) mostra a linhagem de Jesus através dos ascendentes de Maria, sua mãe, que também era da linhagem davítica. Lucas enfatiza que ele procede da carne (cf Rm 1:3). Assim, os escritores dos Evangelhos declaram o direito legal e também físico de Jesus ao messiado.

1.16 Maria, da qual nasceu Jesus.

O nascimento virginal de Jesus é salvaguardado na sua genealogia. Note que a palavra "gerou" é usada no caso de todos os nomes até chegar a José. Aí, a declaração bíblica muda. Não está escrito que José gerou a Jesus, mas, sim, que José é o marido de Maria, "da qual nasceu JESUS (ver 1:23 nota) 

 

Fonte:

 

 

 

Propósito deste blog

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Escrever e publicar a Bíblia de Estudo Pentecostal com as explicações sobre o que cada versículo da Bíblia pretende ensinar a mim e a todos aqueles que têm fome de Deus! Esta vai ser uma forma de eu mesma me dedicar ao estudo da Palavra e ajudar aqueles que tantas vezes me dizem: _ Tentei ler, mas não consigo entender!

A todos deixo uma recomendação: Orem sempre pedindo a Deus que Se revele e revele a Sua Palavra ao nosso coração!

 

Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho.
Salmos 119:105

 

Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti. 
Salmos 119:11

 

Para sempre, ó Senhor, a tua palavra está firmada nos céus. 
Salmos 119:89

 

Toda palavra de Deus é pura; ele é um escudo para os que nele confiam. 
Provérbios 30:5

 

Jesus, porém, lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem. 
Lucas 4:4

 

Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade. 
João 17:17

 

Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; 
2 Timóteo 3:16

 

Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. 
Hebreus 4:12